Pavlova de Amoras Silvestres







A pavlova é uma sobremesa com a base de merengue e cobertura de chantilly e frutas. A sua base, o merengue, é crocante por fora e macia e húmida por dentro.
Esta sobremesa foi inventada depois de uma viagem da bailarina russa Anna Pavlova à Austrália e Nova Zelândia e é uma homenagem à mesma. Devido a tal, ambos os países reivindicam a invenção da iguaria, o que é fonte de conflito de opiniões entre eles.
Esta deliciosa sobremesa é já conhecida por todo o mundo mas é nos países da Oceania que ela tem mais importância, uma vez que faz parte das iguarias de festas tradicionais, como é o caso do Natal.




4 claras de ovo
16 colheres de sopa de açúcar (4 colheres por cada clara)
1 colher de chá de vinagre de vinho branco
2 colheres de chá de amido de milho
1 colher de chá de extracto/essência de baunilha
200ml de natas frescas
2 colheres de sopa de açúcar em pó
amoras silvestres q.b.



Bata as claras até estas ficarem em castelo, mas não demasiado firmes, para de bater quando formarem uns picos suaves.
Adicione depois o açúcar e bata um pouco mais com a batedeira. Junte o vinagre, o amido de milho e o extracto de baunilha e envolva cuidadosamente com uma colher de pau.
Pegue numa folha de papel vegetal e desenhe um circulo no centro dele com o auxilio de um prato. Forre um tabuleiro com esse papel vegetal. Sobre o círculo que desenhou, disponha a mistura de claras de modo a formar um disco.
Leve a forno quente (180ºC). Logo que coloque a mistura de claras no forno regule-o para 150ºC e deixe cozinhar cerca de 30 minutos (ou um pouco mais). Desligue o forno e deixe a mistura de claras no forno, retirando-a de lá apenas quando estiver fria.
Depois de fria, coloque a Pavlova no prato de servir, invertendo-a sobre o mesmo.
Bata as natas com o açúcar em pó até ficar em chantilly e coloque sobre a base de claras. Decore com amoras silvestes a gosto.



Receita da massa da Pavlova: Nigella Lawson