Grissini


















Gressinis são pequenos bastões de pão, com o tamanho aproximado de um pincel, e espessura de um dedo (de onde vem o nome). Estes nasceram em Turin e são típicos da gastronomia italiana em geral.
Originalmente, acreditava-se que a receita datava do século XIV. Entretanto, a tradição local indica que remontam ao ano de 1679, quando o grissini teria sido criado por um padeiro em Lanzo Torinese (norte da Itália).
Grissinis podem ser oferecidos na mesa dos restaurantes, durante o couvert, como um aperitivo, podendo ser servido com patê, manteiga ou ainda fumados como presunto.




15g de fermento fresco ou 5g de fermento de padeiro em pó (usei da marca Condi)
1/2 colher de sopa de açúcar
1/2 colher de chá de sal
100ml de água morna
250g de farinha
1 colher de sopa de azeite (usei o Azeite Castelo de Marvão)

Cobertura:
Sementes de Sésamo q.b.
1 clara de ovo


Dissolva o fermento na água morna juntamente com o açúcar.
Num recipiente largo, junte a farinha com o sal, acrescente-lhe a mistura de fermento e o azeite. Amasse até que obtenha uma massa firme e ligeiramente elástica, formando algumas bolhas na superfície aquando do amassar (se necessário, junte mais água).
Faça uma bola com a massa, tape com um pano e deixe levedar por cerca de 2 horas ou até dobrar de volume.
Ao fim deste tempo, coloque a massa numa superfície enfarinhada e sove-a um pouco. Em seguida,corte pedaços de massa em tiras de mais ou menos um centímetro de largura e um centímetro de altura, aredondando-as de forma a parecerem um bastão. Pincele com clara de ovo e polvilhe com sementes de sésamo.
Coloque os grissini num tabuleiro forrado com papel vegetal e deixe-os repousar por mais 15 minutos, tapados.
Entretanto pré-aqueça o forno a 230ºC e leve-os ao forno até que estejam levemente dourados.




Para acompanhar este prato, recomendo:



Douro Reserva 2008 - Quinta do Estanho


Vinho do Douro tinto, produzido a partir das castas Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz e Tinta Barroca.
Verificado em cubas de inox com temperaturas controladas, curtimenta longa e remontagens frequentes.

Estagia um ano em cascos de carvalho francês novo e depois em garrafa, originando um vinho equilibrado, encorpado e com taninos presentes mas redondos e um final de boca limpo, persistente, e aveludado.
Aroma limpo, fino e bem estruturado.







Aqui estão os produtos fantásticos que usei na preparação deste prato.

O meu muito obrigada à Azeite Castelo de MarvãoCondi Quinta do Estanho pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.