Panna Cotta de Chocolate Branco com Coulis de Frutos Silvestres















Panna Cotta:
400 ml natas
250 ml leite
200 g de chocolate branco
4 folhas de gelatina
2 colheres de sopa de açúcar
1 colher de chá essência de baunilha

Coulis de Frutos Silvestres:
200 g de frutos silvestres congelados
50 g de açúcar
1 colher de chá de sumo de limão
Frutos silvestres congelados q.b. (para decorar/acompanhar)



Panna Cotta:
Coloque as folhas de gelatina num recipiente com água e aguarde 15 minutos para que hidratem e amoleçam.
Num tacho, coloque as natas, o leite, a essência de baunilha e o açúcar. Mexa bem com uma vara de arames. Leve ao lume até levantar fervura. Retire do lume, esprema bem as folhas de gelatina e adicione-as ao preparado, envolvendo bem com a vara de arames para que se dissolvam completamente. 
Adicione o chocolate branco, partido em pedacinhos, e mexa para que este derreta completamente (se for necessário leve mais um pouco ao lume). Quando obtiver uma mistura homogénea, verta-a para uma forma (molhe-a bem no exacto momento em que a for encher com a panna cotta, isto ajudará a desenformar melhor). 
Leve ao frigorífico durante 6 horas, ou de um dia para o outro. 
Desenforme com cuidado (coloque a parte inferior da forma em água quente e, com uma faca, desenforme com cuidado). Cubra a panna cotta com o coulis de frutos silvestres e decore com alguns destes frutos. Mantenha no frigorífico até ao momento de servir. 

Coulis de Frutos Silvestres:
Num tachinho coloque a mistura de frutos silvestres congelados, junte o açúcar e o sumo de limão. Envolva bem e leve a lume brando durante 15 minutos, mexendo de vez em quando. Passe este preparado pela varinha mágica/picadora, envolva bem e deixe arrefecer completamente antes de usar.


Para acompanhar esta sobremesa, recomendo:


Porto Ruby
Ramos Pinto


É um blend de vinhos com 3 anos de idade, em que se procura suster a evolução da sua cor tinta, mantendo o aroma frutado e o vigor dos vinhos jovens.

Notas de Prova:
Cor vermelha densa, mais intensa do que a do Tawny.
Vivo e intenso. Aromas fortes a frutos característicos das castas, isto é, aromas primários como cereja, amora, ameixa e framboesa, com um ligeiro toque de canela.
O ataque é bastante volumoso devido à sua jovialidade e quantidade de fruto. Pela via rectro-nasal, apercebemo-nos das suas purezas aromáticas provenientes dos aromas das uvas.
Final compacto e longo.





Aqui estão o produto fantástico que usei para acompanhar esta sobremesa.

O meu muito obrigada à Ramos Pinto pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.