Cannelloni de Alheira de Leitão



















16 cannellone
2 alheiras de leitão (usei da marca Beira Lamego)
100g de polpa de tomate
1 cebola 
2 dentes de alho
1 fio de azeite (usei o Azeite Castelo de Marvão)
150 ml de vinho branco
200 g de queijo flamengo ralado Terra Nostra
1/2 colher de chá de manjericão
Sal q.b.

Molho Béchamel:
60g de margarina
60g de farinha
600ml de leite meio-gordo Terra Nostra
1 pitada de pimenta branca (usei da marca Suldouro)
1 pitada de noz moscada (usei da marca Suldouro)
Sal q.b. (usei o sal marinho Marnoto)



Comece por retirar a pele às alheiras e reserve a carne. 
Triture a cebola e o alho e deite-os num tacho, juntamente com um pouco de azeite. Deixe refogar até a cebola ficar translúcida e junte a carne da alheira previamente esmagada com um garfo. Regue com o vinho, misture bem e desfaça a carne de modo a separa-la em pequenos pedaços. 
Assim que o vinho evaporar, junte a polpa de tomate e mexa. Baixe para lume brando e deixe cozinhar durante cerca de 15 minutos. Se, durante a cozedura, o recheio ficar demasiado seco ou começar a pegar ao fundo, deite um pouco de água e mexa.
Entretanto, coza os canelloni em água fervente temperada com sal consoante as instruções da embalagem. Após estarem prontos, retire-os da água para escorrerem e arrefecerem.
No final da cozedura do preparado de alheira, junte o manjericão, desligue o lume e acrescente 2/3 do queijo ralado, mexendo tudo muito bem. 
Prepare um pirex, deitando-lhe um pouco do béchamel no fundo. Recheie os cannelloni com o molho de alheira e coloque-os no pirex, uns ao lado dos outros. Termine com o restante molho béchamel e polvilhe com o queijo ralado. Leve ao forno a 180º durante 15 a 20 minutos.

Béchamel:
Comece por aquecer o leite, sem deixar ferver. 
Num outro tacho derreta a manteiga em lume brando, e junte a farinha a pouco e pouco, mexendo bem com uma vara de arames. Vá juntando o leite, pouco de cada vez, mexendo sempre para que não crie grumos. Continue sempre a mexer até sentir que o molho começa espesse. Tempere com sal, pimenta e um pouco de noz moscada e deixe cozinhar mais um pouco.




Para acompanhar esta entrada, recomendo:


Espumante São Domingos Tinto Bruto 2009 DOC Bairrada  
Caves do Solar de São Domingos

Castas: Baga (100%)

Notas de prova :
Apresenta uma bonita espuma rosada, muito frutado no aroma, lembrando frutos silvestres e morangos frescos. Na boca é cheio, refrescante e persistente.

Método Clássico:
Após a segunda fermentação em garrafa o vinho é estagiado em cave sobre as leveduras por um período de 16 meses, à temperatura constante de 12ºC e, assim, encontrar o equilíbrio perfeito de riqueza, sabor e elegância.
Para a remoção das leveduras procede-se à remuage durante 2 meses. O degorgement glacée liberta as leveduras e de seguida adicionamos uma pequena quantidade de licor de expedição para terminar o vinho. Depois de um período de dois meses após todo este processo a garrafa de espumante está pronta para entrar no mercado.





Aqui estão os produtos fantásticos que usei na preparação desta entrada.

O meu muito obrigada à Terra Nostra, Beira LamegoAzeite Castelo de Marvão, SuldouroNecton Caves do Solar de São Domingos pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.