Coroa de Queijo e Chourição

















200 g de chourição fatiado (usei o chourição Nobre Cuida-t + com teor reduzido de sal)
200 g de queijo fatiado (usei o queijo flamengo light Terra Nostra)
25 g de fermento de padeiro fresco (usei uma saqueta de fermento de padeiro Vahiné)
500 g de farinha
20 ml de aguardente (usei a aguardente velha da Caves do Solar de São Domingos)
1 ovo L
45 g de manteiga (usei da marca Terra Nostra)
180 g de leite morno (usei o leite meio gordo da marca Terra Nostra)
2. c sopa de azeite (usei o Azeite Castelo de Marvão)
2 c. chá de sal  (usei a flor de sal Marnoto)
1 gema para pincelar
100 g de metades de nozes


Comece por desfazer o fermento no leite morno, deixando-o repousar um pouco. 
Acrescente-lhe o azeite, a manteiga, o sal e o ovo, misturando bem.
Adicione a farinha a um recipiente largo e abra uma cavidade no centro desta, onde deve colocar. a mistura de fermento e azeite. Misture os ingredientes, acrescente a aguardente e, depois, sove e amasse até obter uma massa homogénea e elástica. Forme uma bola, coloque num recipente tapado com um pano e deixe levedar até dobrar de volume (cerca de 1 hora).
Após este tempo, pré-aqueça o forno a 180ºC e enfarinhe 2 tabuleiros.
Divida a massa em duas partes com o mesmo tamanho, estique cada uma delas formando uma faixa comprida. Adicione-lhe, deixando uma margem, fatias de chourição sobrepostas por fatias de queijo. Enrole a massa, como se de uma torta se tratasse, sele bem a mass, de modo a que o queijo não escorra quando derreter. Forme uma espécie de anel com a massa e una bem as pontas.
Por fim, pincele com ovo batido e decore com os metades de noz.
Leve ao forno por, cerca de, 20 a 35 minutos (se começar a tostar demais, cubra-os com folha de alumínio).



Para acompanhar esta entrada, recomendo:



Espumante São Domingos Extra Bruto 
Caves do Solar de São Domingos


Castas: Arinto, Cercial e Chardonnay.

Notas de prova :
Aroma jovem, revelando muita frescura, com notas de alperce e pêra. A presença de levedura é indício do processo clássico de espumantização. Elegância na boca, vivo e muito complexo, bolha finíssima, tudo pleno de equilíbrio. Consensual e versátil para qualquer hora do dia ou da noite.

Comentário de Luís Lopes, in Revista de Vinhos, Jan.2012 – 15 pontos:
“Aroma discreto, mas franco e delicado, onde se descobrem frutos citrinos, algumas notas fermentativas. Bem composto, equilibrado, com acidez muito viva, próprio para pratos de sabor intenso.”






Aqui estão os produtos fantásticos que usei na preparação deste prato.

O meu muito obrigada à Nobre, Terra Nostra, Vahiné, Azeite Castelo de Marvão, Necton e Caves do Solar de São Domingos pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.