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Costeletas de Borrego com Molho Diabo
















4 costeletas de borrego
3 colheres de sopa de azeite (usei o Azeite Castelo de Marvão)
3 dentes de alho
1/2 colher de chá de pimentão doce
1 dl de vinho branco
1/2 colher chá de salsa picada
Sal q.b. (usei o sal marinho Marnoto)
Pimenta branca q.b.


1 cebola pequena
1 colher de sopa de azeite (usei o Azeite Castelo de Marvão)
50 g de cenoura em pedacinhos
50 g de ervilhas (usei as ervilhas congeladas da Frip)
3 dl de água quente
150 g de arroz (usei o arroz agulha da Bom Sucesso)
Pimenta q.b.
Sal q.b. (usei o sal marinho Marnoto)



Tempere as costeletas de sal e pimenta. 
Leve ao lume uma frigideira com o azeite, deixe-o aquecer, junte as costeletas e deixe-as cozinhar a gosto. Retire as costeletas da frigideira e coloque-as num prato. 
Descasque e pique os alhos, junte-os à frigideira onde cozinhou as costeletas e deixe-os dourar. Adicione depois o pimentão doce e o vinho e deixe ferver até obter um molho cremoso.
Deite o molho sobre as costeletas, polvilhe com salsa picada e sirva quente.

Descasque e pique a cebola, refogue-a na margarina/azeite e junte as cenouras, as ervilhas e o milho. Deixe refogar 1-2 minutos e junte o arroz, deixando-o refogar um pouco. 
Regue com a água quente e tempere com sal e pimenta. Deixe cozinhar em lume brando, com o tacho tapado, durante cerca de 12 minutos. Se for necessário acrescente mais um pouco de água. 


Adaptado de: Teleculinária


Tagine de Borrego com Damascos e Mel
















Tagine ou tajine é um prato oriundo de Marrocos que se tornou um ícone gastronómico, sendo tradicional em diversos países árabes do norte de África. 
Este, é também, o nome da panela especial utilizada na sua confecção, que é feita com barro cozido, pintado ou envernizado. Esta resiste a temperaturas elevadas de cozedura e é dotada de uma tampa cónica, concebida de forma a que todo o vapor condensado volte para o fundo da mesma. Sem a tampa, a base pode ser levada para a mesa, servindo, assim, de travessa.
Os pratos de tagine são cozinhados lentamente, em temperaturas baixas. Deste processo, resulta uma carne tenra, soltando-se dos ossos, com vegetais aromáticos e molho.





600g de borrego, cortado aos cubos
1/2 colher de chá de cominhos
1 colher de chá de canela (usei a canela da Condimar)
1 colher de chá de gengibre em pó
2 colheres de sopa de óleo de amendoim
1/2 colheres de chá de açafrão das índias
1/4 colher de chá de açafrão em rama* (usei o açafrão em rama da Condimar)
1/2 colher de chá de coentros em pó
1 cebola picada
5 dentes de alho, picados
2 colheres de sopa de mel
100g de damascos/alperces secos
Coentros frescos e picados q.b.
200g de couscous
Sal q.b. (usei o sal marinho Marnoto)
Pimenta branca q.b.



Num recipiente pequeno, adicione os damascos/alperces secos, encha-o com água e aguarde 15 minutos (reserve a água). 
Numa caçarola anti-aderente deite o óleo, a cebola bem picada e os pedaços de borrego, alourando, este último, de ambos os lados. Acrescente o alho picado, a canela, o açafrão das Índias, o gengibre, os cominhos e o açafrão em rama. Envolva bem e cozinhe por dois minutos.
Adicione água suficiente para cobrir a carne, tempere com sal e pimenta branca e deixe ferver. Tampe e deixe cozinhar, em lume brando, por, aproximadamente, 40 minutos (adicionando mais água, se necessário).
Retire a tampa, adicione o mel e a água dos damascos, deixando cozinhar por 8 minutos. Adicione os damascos, rectifique o sal e a pimenta e cozinhe por mais 8 minutos.
Entretanto prepare o couscous, levando para ferver 200g de água temperada de sal. Deixe arrefecer um pouco e junte-a, aos poucos, ao recipiente (largo) onde deve colocar 200g de couscous. Tape o recipiente, deixe repousar 5 minutos e mexa bem os couscous, usando um garfo, até que este se encontrem soltinho.
Assim que a carne estiver tenra, rectifique, novamente, o sal e deixe cozinhar mais 2-3 minutos. 
Sirva a carne polvilhada com coentros picados e acompanhe com o couscous.





Nota:
Por vezes, há uma certa confusão entre o açafrão real e o açafrão das índias, e é costume confundi-los com muita facilidade. No entanto, não são a mesma coisa, nem podem ser substituídos.
O Açafrão das Índias, também conhecido como curcuma ou açafrão da terra é um pó amarelado que provem de uma raiz semelhante ao gengibre. É, normalmente, usado como corante em ensopados, sopas, peixes, molhos e arroz.
O Açafrão é um tempero de perfume e gosto delicados que provem da flor de uma planta.
É caro, pois usam-se apenas os pistilos alaranjado da planta, sendo que, são necessárias 150 mil flores para se obter 1 k de pistilos. 
Este tempera e dá cor a pratos de arroz, massas, sopas, carnes, pães e bolos. É indispensável na "paella" espanhola e em alguns receitas do risotto italiano.




Costeletas de Borrego Grelhadas com Favas Fritas em Tempero Aromático




















4 costeletas de borrego
1 colher de chá de alho em pó
1 colher de chá de pimentão doce
1/4 colher de chá de tomilho
1 pitada de pimenta branca
Algumas gotas de sumo de limão
Sal q.b. (usei o sal marinho Marnoto)

400g de favas cruas e descascadas
Sal q.b. (usei o sal marinho Marnoto)
Mistura em Moinho para Vegetais e Saladas (da Margão) 



Tempere as costeletas de borrego com os ingredientes indicados, misturando-os e envolvendo-os muito bem na carne. Deixe marinar por 30 minutos a 1 hora.
Após este tempo, grelhe a carne na churrasqueira ou numa frigideira-grelhador, em lume brando, até que estas se encontrem no ponto.
Entretanto, descasque as favas, lave-as e seque-as bem num pano. 
Frite-as num pouco de óleo quente até que estas se comecem a soltar do invólucro que as protege. Transfira-as para papel absorvente até que este absorva todo o óleo, dispondo-as, depois, num prato de servir e temperando-as com sal e a mistura em Moinho para Vegetais e Saladas.
Sirva a carne acompanhada das favas.



Ensopado de Borrego Alentejano



















500g de borrego, em pedaços médios
400g de batatas, descascadas e em cubos
1 cebola
2 dentes de alho
1 folha de louro
2 pimentas em grão
2 cravos da Índia
1 dl de vinho branco
1 colher de sopa de banha
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de chá de pimentão doce
1 raminho com salsa e coentros frescos
Sal, pimenta e piripiri q.b.
Pão alentejano de véspera, em fatias



Corte o borrego em pedaços médios e tempere com sal, deixando tomar sabor por 1 hora.
Num tacho, adicione a banha e aloure o borrego de ambos os lados. Junte o azeite, a cebola e o alho, ambos picados, deixando-os amolecer. 
Acrescente o louro, o pimentão doce, o cravinho e os grãos de pimenta. Envolva bem e deixe cozinhar por 10 minutos, em lume brando. Adicione o vinho branco, o raminho de ervas, piripiri e um copo de água quente. Tampe o tacho e deixe cozinhar até que a carne pareça tenra. Rectifique o sal, a pimenta e o piripiri, junte mais água quente e adicione as batatas. Deixe cozinhar, em lume médio, até que tanto as batatas como a carne se apresentem cozinhadas. 
Sirva colocando uma fatia de pão num prato fundo e, vertendo sobre ele, o molho com a carne e dispondo as batatas à sua volta.