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Bolinhos de Fubá com Nozes

















150 g de farinha milho fina
130 g de farinha de trigo
250 ml de leite
300 g de açúcar
1 c. sopa de azeite de qualidade (usei o azeite biológico virgem extra da marca Acushla)
240 ml de óleo de amendoim
3 ovos
1 c. sopa de fermento em pó
1/2 c. chá de erva doce (usei da marca Suldouro)
100 g de nozes picadas grosseiramente
Desmoldante em spray Panol da Sodifer


Pré aqueça o forno a 190ºC.
Prepare 20 formas pequenas a seu gosts, untando-as e enfarinhando-as  (eu usei somente spray desmoldante). Junte todos os ingredientes secos, com exceção das nozes, e misture bem. Junte-lhes o óleo e o azeite e envolva com uma espátula, acrescente os ovos e o leite e bata, em velocidade média, até obter uma massa homogénea.
Por fim, acrescente as nozes e envolva delicadamente.
Verta a massa nas formas preenchendo apenas ¾ da sua capacidade.
Leve ao forno por 12-15 minutos (dependerá do tamanhos das formas que utilizar) e faça o teste do palito para confirmar a cozedura dos bolinhos.,
Retire do forno e deixe arrefecer na forma por 5 minutos, desenforme e deixe arrefecer sobre uma grade. Deixe arrefecer completamente antes de servir.



Para acompanhar estes bolinhos, recomendo:



Porto White
Ramos Pinto


Notas de Prova:
Cor amarela dourada.
Mostra um aroma ao mesmo tempo fino e intenso, com alguma complexidade, num misto de aromas de citrino, com discreto néctar de mel e amêndoa.
No paladar, possui um ataque fresco e delicado, onde se notam alguns toques resinosos combinados com um bom amanteigado.
Na boca, é seco e com sabor a fruta fresca.









Aqui estão os produtos fantásticos que usei na preparação destes bolinhos.

O meu muito obrigada à Acushla, Sodifer, Suldouro e Ramos Pinto pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.



Bolo Nega Maluca




















Nega-maluca é um bolo muito popular no Brasil. Este é confeccionado com chocolate, farinha, açúcar e ovos. Normalmente, leva uma cobertura feita com chocolate e leite condensado - brigadeiro (doce).

A origem do nome vem dos tempos de escravidão, sendo o bolo de origem brasileira mas a sua confecção legitimamente africana.
Consta que, uma mulher africana chegou ao Brasil logo que foi vendida, na África, como escrava para uma família de São Paulo. 
Nessa altura, todos a chamavam de nega maluca, pelo fato de ela não falar português e, assim sendo, ninguém conseguir entender nada do que ela falava. 
Reza a lenda que, um dia ela batia um bolo e, descuidada, acabou derramando todo o achocolatado da patroa dentro da massa. Assustada como o ocorrido, a mulher, misturou tudo e levou ao forno, pensando que não iriam descobrir o que fizera. 
Somente mais tarde se soube da delicia que a nega maluca tinha criado. Nessa altura o bolo ficou conhecido como "Bolo da Nega Maluca" e, mais tarde, o nome acabou sendo abreviado para apenas Nega Maluca.





4 ovos
300g de açúcar
300g de farinha
250ml de óleo de amendoim
250ml de água fervente
100g de chocolate em pó
1 colher de sopa (bem cheia) de fermento em pó


Cobertura:
200g de leite condensado
6 colheres de sopa de chocolate em pó
6 colheres de sopa de leite
1 colher de chá de manteiga (usei a manteiga Lacticínios das Marinhas)
1 pitada de flor de sal (usei a flor de sal Marnoto)



Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Unte com margarina e polvilhe com farinha uma forma de aro amovível de 26cm de diâmetro.
Num recipiente largo, misture a farinha com o açúcar e o chocolate em pó. Acrescente o óleo e os ovos, envolvendo bem para incorporar. Sem parar de mexer, incorpore a água quente, aos poucos e até obter um creme homogéneo. Por fim, junte o fermento e envolva bem.
Verta a massa na forma preparada e leve ao forno cerca de 30 minutos, sem abrir o forno durante a cozedura ou este pode abater.
Após este tempo, verifique a cozedura do bolo fazendo o teste do palito no centro do mesmo Deixe-o arrefecer dentro do forno fechado, desenforme depois de frio e coloque a cobertura.


Cobertura:
Leve ao lume um tachinho com a manteiga, o leite condensado, a flor de sal, o chocolate e o leite. Sem parar de mexer deixe cozinhar em lume brando até a mistura começar a espessar um pouco. Para verificar que está pronto basta que, ao passar uma colher pelo fundo do tacho, o creme desgrude do mesmo. Retire do lume e use de imediato ou, caso contrário, será muito difícil de barrar.










Aqui estão os produtos fantásticos que usei na preparação deste bolo.


O meu muito obrigada à Lacticínios das Marinhas e à Necton pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.




Mingau de Chocolate


















500ml de leite
3.5 colheres de sopa de amido de milho
4 colheres de sopa (rasas) de chocolate em pó
2.5 colheres de sopa de açúcar
Granulados de chocolate a gosto


Dissolva o amido de milho no leite frio e misture muito bem para que se dissolva completamente. Junte o chocolate em pó e o açúcar e torne a mexer.
Leve o preparado ao lume e mexa com uma vara de arames até obter um creme espesso. 
Coloque em tacinhas pequenas e decore a gosto com granulados de chocolate.
Sirva morno como pequeno almoço ou lanche.




Bolo Brigadeiro

















Massa:
200g de farinha
250g de açúcar
200g de chocolate negro
100g de manteiga
2dl de leite
5 ovos (gemas e claras separadas)
1 colher de chá de fermento
1 pitada de sal


Recheio e Cobertura:
2 latas de leite condensado
200ml de natas
4 colheres de sopa de manteiga
12 colheres de sopa de chocolate em pó
Granulados de chocolate q.b.



Massa:
Pré-aqueça o forno a 170ºC.
Unte com margarina e polvilhe com farinha uma forma de aro amovível de 22-25cm de diâmetro.
Derreta a manteiga com o chocolate (em pedaços) em banho-maria, deixe arrefecer um pouco e mexa de vez em quando.
Bata as gemas com o açúcar em velocidade média. Junte, aos poucos, o chocolate derretido, misturando-o muito bem. Adicione o leite, alternadamente, com a farinha misturada com o fermento, enquanto continua a bater em velocidade baixa.
Bata as claras em castelo firme com uma pitada de sal fino e envolva-as na massa de chocolate.
Verta a massa na forma que preparou e leve ao forno por 50-60 minutos (faça o teste do palito no centro do bolo).
Retire do forno, desenforme após 10 minutos e deixe arrefecer completamente.

Recheio e Cobertura:
Entretanto prepare a cobertura de brigadeiro. Leve ao lume um tachinho com a manteiga, o leite condensado, o chocolate e as natas. Sem parar de mexer deixe cozinhar em lume brando até a mistura começar a espessar (o que deve demorar cerca de 10 minutos). Para verificar que está pronto basta que, ao passar uma colher pelo fundo do tacho, o creme desgrude do mesmo. Retire do lume e use de imediato.

Montagem:
Corte o bolo na transversal e recheie uma das partes com o creme de brigadeiro (este deve estar quente para conseguir barrar, caso contrário ele solidificará e não será possível barrar). Coloque a outra parte do bolo e cubra com o creme, espalhando e alisando a superfície. Polvilhe com o granulado de chocolate por todo o bolo e em grande quantidade.



Manjar Branco com Coulis de Pêssego










O manjar branco é uma sobremesa originária do Brasil. Este, é basicamente um pudim de coco, tão branco como a neve e deliciosamente suave. Ele é normalmente servido em forma de anel e acompanhado de uma calda de ameixas. Mas, existem outras frutas que também o acompanham como é o caso do pêssego, abacaxi, morango e maracujá.




1 litro de leite
400ml de leite de coco  
9 colheres de sopa de açúcar  
10 colheres de sopa de amido de milho (usei marca Espiga)


Coulis:
500ml de água
250g de pêssegos amarelos (sem casca e caroço)
100g de açúcar
15g de amido de milho (usei marca Espiga)


Numa panela grande junte o leite, o amido de milho, o açúcar e o leite de coco. Misture muito bem com uma vara de arames para dissolver todos os grumos do amido de milho. Leve a lume médio mexendo sempre até engrossar (não para de mexer senão pegará ao fundo da panela). Está pronto quando apresentar-se como um creme grosso.
Despeje o creme numa forma molhada (deve molha-la segundos antes de colocar o creme pois isto fará com que desenforme facilmente). Deixe arrefecer.
Depois de frio leve ao frigorifico tapada com película aderente durante cerca de 4 horas.


Calda:
Num tacho coloque a água, o açúcar e os pêssegos portados em metades ou em seis partes. Deixe que os pêssegos cozam totalmente mas sem se desfazerem. Retire 100g de pêssegos e reserve-os. Com o restante pêssego e a calda deve fazer uma espécie-e de sumo levando ambos ao liquidificador/picadora. Depois de sumo feito deve coá-lo. Em seguida junte o amido de milho ao sumo mexendo muito bem com uma vara de arames para que este se dissolva completamente. Leve este preparado a lume brando até que obtenha um líquido ligeiramente grosso, mexendo sempre para não queimar no fundo do tacho.
Quando desenformar o manjar branco coloque o líquido em torno dele e sobre ele. Decore com os pedaços de pêssego cozido que reservou. mantenha no frigorífico até à hora de servir.


Nota: Pode variar os sabores da calda usando ananás, ameixa, morango e maracujá. Pode, ainda, substituir os pêssegos frescos por pêssego de lata.


Vatapá de Camarão








O vatapá é um prato afro-brasileiro típico da cozinha da Bahia.
Este prato tem a influência da gastronomia africana levada para o Brasil pelos escravos nos navios negreiros, a partir do século XVI. Com os ingredientes encontrados nesta nova terra e a necessidade de suplementar a sua dieta alimentar, desenvolveram novos pratos, que passaram a ser típicos da culinária brasileira.


 

300g de camarão descascado
1 cebola grande picada
1 dente de alho picado
1 tomate grande picado
1 malagueta sem sementes (ou piripiri em pó)
Azeite de dendê (pode substituir por óleo de amendoim) 
3 pães tipo francês 
2 copos de caldo de marisco (1.5 cubo de caldo de marisco)
200ml de leite de coco
100g de amendoim descascado (sem sal)
Salsa fresca picada q.b.
Cebolinho fresco picado q.b.
sal q.b.



Num tacho coloque 2 colheres de sopa de azeite de dendê e doure a cebola e o alho bem picados. Junte uma malagueta picadinha, sem sementes, um tomate grande picado, salsa picada, cebolinho e sal. Refogue um pouco, desligue o lume e reserve.
Numa panela, salteie o camarão temperado com sal em 2 colheres de sopa de azeite de dendê. Não deixe fritar muito, quando o camarão dourar um pouco está pronto. Junte a mistura de tomate ao camarão e reserve mais uma vez.
No liquidificador/picadora desfaça 3 pães tipo francês picados com 2 copos de água morna e o cubo e meio de caldo de marisco. Triture bem até obter uma papa.
Na panela ou wok coloque uma colher  de sopa de azeite de dendê e acrescente a mistura de pão e mexa até o líquido engrossar, em lume baixo. Junte o amendoim, o molho com o camarão, mexa, rectifique o sal e regue com o de leite de coco.



Nota: Para obter um prato mais tradicional da gastronomia bahiana acrescente alguns cajus. 

Adaptado de: Coisas e tal 

Doce de Leite Caseiro (Dulce de Leche)











A origem do doce de leite remete-nos a vários países da América Latina. Pois não se sabe em qual deles surgiu primeiramente. Apenas sabe-se que a sua origem está ligada à rápida expansão na produção de sacarose de cana-de-açúcar nas ilhas ibéricas atlânticas, no século XV, e no Brasil, América Central e Antilhas a partir do século XVI e à possibilidade do seu uso para preservação do leite. Como primeiro edulcorante de produção em grande escala, o açúcar de cana passa a ser usado na conservação de vários produtos, inclusive o leite de vaca ou de cabra, dando origem a produtos similares ao doce de leite actual, pastoso ou sólido, em toda a América Latina e em determinadas localidades ibéricas.
Com o doce de leite pode rechear bolos, tortas, biscoitos (alfajores, por exemplo) para sobremesas ( como a baba de camelo e o crème caramel ) ou até como aroma de gelados.





2 l de leite 
750g de açúcar
1 colher de chá (bem cheia) de bicarbonato de sódio
1 colher de sopa de extracto de baunilha



Numa panela grande com o fundo bem pesado, coloque o leite e junte os restantes ingredientes e, em lume médio, vá  mexendo sempre com uma colher de pau, até ferver (cerca de 15 minutos). Durante este tempo, mexa muito bem e sem parar até que o açúcar se dissolva por completo, pois caso contrário o doce de leite ficará com uma consistência granulada.
Diminua o lume para médio-baixo e mexa, apenas de vez em quando, até que este se transforme num caramelo bege ou marrom claro de consistência cremosa e suave (cerca de 1:30-2 horas). Passe o doce para um recipiente, deixe arrefecer bem e sirva. Ou, depois de pronto, coloque em frascos esterilizados e guarde no frigorífico até ao momento de o usar.


Mingau de Baunilha








500ml de leite
3 colheres de sopa de amido de milho
4-5 colheres de sobremesa de açúcar (ou a gosto)
1/2 colher de café de essência de baunilha




Dissolva o amido de milho em metade do leite e misture muito bem para que se dissolva completamente. 
Leve ao lume num tacho o restante leite, a essência de baunilha e o açúcar, mexa com uma vara de arames e junte o amido dissolvido. Deixe ferver mexendo bem para não empelotar. Cozinhe por 2 minutos, aproximadamente, ou até engrossar e mexendo sempre.
Coloque em tacinhas pequenas, sirva morno e decore a gosto (eu decorei com canela mas sabe melhor se não a levar).

Coxinhas de Frango Brasileiras









Massa:
600ml de água
2 colheres de sopa de margarina
2 cubos de caldo de galinha
500g de farinha

 
Recheio:
1 peito de frango (grande)
1 cebola pequena picada
3 colheres de sopa de óleo
1 colher de sopa de pimentão-doce
salsa picada q.b.
cebolinho seco q.b.
mistura de 5 pimentas em grão q.b.
sal q.b.


Para panar:
100ml de leite
100ml de água
1 colher de sopa de amido de milho
1 pitada de sal
óleo q.b. (para fritar)




Recheio: 
Coza o frango em água e sal (eu usei sobras de frango assado no forno). Desfie o peito de frangos em pedaços finos e pequenos. Reserve.
Numa frigideira anti-aderente grande ou wok coloque o óleo e deixe aquecer. Adicione a cebola bem picada e deixe dourar, junte o pimentão-doce, mexa e deixe refogar. Neste momento junte um pouco de água e acrescente o frango desfiado, envolva bem. Adicione o cebolinho, a salsa, sal e a mistura de pimentas moídas na hora. Envolva bem e se for necessário acrescente mais água. Deixe cozinhar mais um pouco, retire o tacho do lume e deixe arrefecer.


Massa:
Num tacho largo coloque a água, a margarina e os caldos de galinha e leve ao lume. Quando ferver adicione a farinha de uma só vez, mexendo sempre até que a mistura se comesse a descolar do tacho. Retire o tacho do lume e coloque a massa (quente) sobre uma superfície lisa (não polvilhe com farinha).
Amasse com as mãos até que a massa fique lisa (para não se queimar embrulhe a mão num pano ou coloque a massa dentro de um saco de plástico). Misture e amasse devagar para não se formar uma crosta e esta apresentar-se sempre lisa.
Divida a massa e faça bolinhas do mesmo tamanho. Em seguida abra cada bolinha com o rolo da massa e coloque o recheio de frango no centro (não use farinha na massa, se for necessario use um pouco de margarina nas mãos). Feche a massa e tente moldar o formato de uma pêra. 
Em seguida, faça a mistura de leite, água e amido de milho, mexa bem para que este último se dissolva. Coloque a mistura numa tigela e adicione algumas coxinhas, banhando-as bem. E, uma a uma, vá mergulhando as coxinhas na mistura de leite e depois no pão ralado (certifique-se que ficam bem cobertas por pão ralado). Execute este processo até não restarem mais coxinhas reserve.
Entretanto, coloque uma frigideira com óleo em abundância ao lume, e quando estiver bem quente adicione as coxinhas, virando-as durante a fritura. Depois de fritas coloque-as sobre papel absorvente.


Para congelar: Se preferir congelar as coxinhas deve, logo após passadas pelo pão ralado, coloca-las numa forma de alumínio, umas ao lado das outras,  e leva-las ao congelador por 3 horas. Após esse tempo, coloque-as em saquinhos herméticos (retire-lhes todo o ar) e leve novamente ao congelador. Estas têm a duração de 3 meses.
Para fritar, retire-as do congelador uma hora antes de as usar. Aqueça bem o óleo e frite normalmente.



Adaptado de:  Sabor da Maria e Sabana



Caipiroska de Morango








A caipiroska, também conhecida como caipivodka, é uma versão do tradicional cocktail de origem brasileira conhecido como caipirinha. Na caipiroska, a cachaça é substituída por vodka. Uma das particularidades da bebida é o acréscimo, em algumas receitas, de sumo e polpa de frutas, conferindo variações de cor e sabor (como, neste caso, o morango).




400g de morangos
4-8 colheres de sopa de açúcar amarelo
16 cubos de gelo (picado)
2.5 dl de vodka
1 limão médio (sumo)




Lave os morangos e retire-lhes os pés. Coloque os morangos num recipiente e junte-lhes o açúcar amarelo e triture tudo com a picadora/varinha mágica até obter um puré homogéneo. 
Coloque a polpa de morangos num jarro grande, junte o sumo de 1 limão médio e a vodka. Misture tudo muito bem e acrescente o gelo picado. Torne a mexer e sirva em copos, decorados com uma rodela de lima/limão.