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Donuts



















Donut ou doughnut é um pequeno bolo em forma de anel muito popular nos EUA e de origem incerta. A verdade quanto à origem do donut não é consensual. Existe uma teoria que indica terem sido introduzidos na América do Norte por povoadores holandeses. Por outro lado, Hanson Gregory, de origem americana, reclamou para si a invenção do donut em 1847, a bordo de um navio de transporte de fruta, quando tinha apenas dezasseis anos de idade. Este afirmou ter feito um buraco numa bola de Berlim, ao não se encontrar satisfeito com o centro cru que estas por vezes apresentavam. Segundo este, o buraco teria sido feito com um frasco de pimenta do navio, tendo esta técnica sido ensinada mais tarde à sua mãe.
Este bolo mundialmente conhecido e por muitos adorado, consiste, apenas, numa massa frita, que pode ser coberta com diversos tipos de coberturas doces e coloridas, como, por exemplo, chocolate.





150g de farinha forte/para pão (usei marca espiga)
100g de farinha fraca (usei branca de neve)
25g de açúcar
25g de manteiga
10g de fermento de padeiro + 50g de água para dissolver
4g de sal
1 a 2 dl de água
1 ovo pequeno




Amasse 75g de farinha forte com o fermento desfeito em 50g de água morna.
Tape com um pano húmido e deixe fermentar durante meia hora ou até que duplique de volume (eu coloquei dentro do microondas desligado).
Após este tempo, peneire a restante farinha (75g de forte + 100g de fraca), misture com o sal e o açúcar e faça um vulcão sobre a mesa. Incorpore a massa que esteve a fermentar (massa mãe), o ovo, a manteiga. E vá juntando a água à medida que for necessário. Quando a massa estiver pronta deve apresentar-se elástica e não grudar nos dedos.
Estenda a massa sobre uma superfície lisa e tente com que ela tenha uma grossura de 1 cm. Com um molde redondo corte pequenos círculos (pode usar um copo). E com um molde mais pequeno faça o buraco do meio (usei um cálice).
Disponha os donuts, com algum espaço entre si, num tabuleiro untado com óleo, tape com um pano e deixe levedar novamente, até que dobrem o seu volume (cerca de 1 hora/1h30min).
Ao fim deste tempo, coloque óleo numa frigideira alta e quando este estiver quente adicione os donuts, virando-os assim que fiquem dourados. Escorra-os sobre papel absorvente, e decore a gosto com calda de açúcar, glacês, coberturas de sabores, chocolate, pepitas, açúcar em pó…







Cobertura de Chocolate Negro:

50g de chocolate de negro ou de culinária
2 colheres de sopa de natas

Derreta o chocolate juntamente com as natas levando-o a banho-maria ou ao microondas. Mexa bem e ajuste a consistência colocando mais natas e chocolate. Convém que o resultado final seja líquido mas suficientemente consistente para grudar no donut. Banhe o donut no chocolate e coloque-o a secar numa grade ou fixo numa faca espetada em algo resistente (eu coloquei cada donut numa faca e espetei-as no açucareiro). Decore a gosto enquanto o chocolate estiver mole.



Cobertura de Chocolate Branco: 

50g de chocolate branco
2 colheres de chá de natas

Derreta o chocolate juntamente com as natas levando-o a banho-maria ou ao microondas. Mexa bem e ajuste a consistência colocando mais natas e chocolate. Convém que o resultado final um creme grosso e consistente para grudar facilmente no donut. Banhe o donut no chocolate e coloque-o a secar numa grade ou fixo numa faca espetada em algo resistente (eu coloquei cada donut numa faca e espetei-as no açucareiro). Decore a gosto enquanto o chocolate estiver mole.


Cobertura de Glacê Róseo:

1 clara de ovo
açúcar em pó q.b.
amido de milho q.b. (usei marca espiga)
aroma de morango q.b.


Num recipiente coloque a clara e bata-a bem com um garfo até obter uma espuma grossa. Junte um pouco de amido de milho e mexa bem com uma vara de arames. Coloque açúcar em pó a gosto e algumas gotas de aroma de morango, torne a mexer. Vá adicionando amido de milho ao preparado até obter um creme espesso. 
Convém que o resultado final um creme grosso e consistente para grudar facilmente no donut. Banhe o donut no glacê e coloque-o a secar numa grade ou fixo numa faca espetada em algo resistente (eu coloquei cada donut numa faca e espetei-as no açucareiro). Decore a gosto enquanto o glacê estiver mole.
 





Nota: Rende cerca de 15 donuts médios.

Massa adaptada de: Flagrante Delícia


Pastéis de Belém










Massa Folhada: (ou pode usar 400g de massa folhada de compra)

250g de farinha
150g de margarina para folhados (à venda em lojas de pastelaria)
50g de margarina vegetal
2.5dl de água fria, aproximadamente
rolo da massa e espátula
1 pitada de sal
farinha para polvilhar q.b.


Creme:

60g de farinha
500 ml de leite
1 pedacinho de casca de limão
1 pau de canela
500g de açúcar
2.5dl de água
7 gemas de ovo




Creme: 
Num tacho, desfaça 60g de farinha com um pouco de leite de modo a não criar grumos. À parte, ferva o leite restante com o pau de canela e o pedacinho da casca de limão. Deste este leite fervido, em fio e mexendo sempre, ao preparado de farinha. Mexa bem e dissolva toda a farinha. Leve a lume brando, mexendo sempre com uma colher de pau para não pegar. Assim que levantar fervura retire do lume. Reserve.
Misture os 500g de açúcar com 2.5 dl de água e deixe ferver durante 3 minutos exactos. Após este tempo, retire do lume e misture ao preparado anterior, deixando-o cair em fio e mexendo bem. Com um passador coe bem a mistura e retire a casca de limão e o pau de canela. Deixe arrefecer completamente. Quando já estiver completamente frio (tem de estar mesmo frio), junte as gemas e mexa bem até obter um creme homogéneo. Reserve.



Massa:
Numa superfície plana (bancada ou mesa) coloque 250g de farinha e abra uma cavidade ao centro da mesma. Deite nela uma pitada de sal e apenas de 125ml de água (coloque a restante água a pouco e pouco, mas só coloque toda se for necessário). Comece a misturar (enrolar) a farinha no centro com a água, amassando de dentro para fora. Amasse bem até ficar uma massa elástica e homogénea que se descola das mãos (se for necessário acrescente mais água ou farinha). Faça uma bola com a massa, dê um corte em formato de cruz e polvilhe-a com farinha. Coloque num recipiente tapado com um pano (coloque dentro do microondas desligado) e deixe repousar por 30 minutos.
Entretanto, misture as duas margarinas (que devem estar amolecidas em temperatura ambiente) com o auxilio de um garfo e amasse-as bem com o mesmo (coloque um pedaço de uma margarina sobre o pedaço de outra e pressione com o grafo, esmagando-as e fundindo-as) Faça uma massa com as margarinas e divida-a em três pedaços iguais.
Sofre uma superfície enfarinhada, entenda a massa que esteve a repousar, e estenda-a com um rolo da massa até conseguir um rectângulo com espessura muito fina e lisa (3 mm). Muito ao de leve, e com uma espátula, coloque 1 das 3 partes da margarina (reserve os outros 2) sobre a massa e espelhe-a muito bem mas tendo o cuidado de não chegar ás bordas (deixe 0.5 cm da borda sem margarina). Em seguida, dobre as abas da massa para dentro (como se fosse um livro) de modo a que elas se encontrem/fundam ao centro, unindo bem as pontas. Dobre novamente a massa, mas desta vez, una uma ponta à outra no sentido do comprimento. 
Estenda novamente a massa em forma de rectângulo e execute o mesmo procedimento que acabou de fazer, faça isto mais duas vezes, usando a restante margarina. Por último, torne a estender a massa com o rolo formando o rectângulo e, com as mãos, enrole no sentido do comprimento como se fosse um charuto e esticando-a o máximo possível à medida que vai enrolando (isto no sentido do comprimento). Em seguida, corte o rolo de massa em pedaços de 3 cm (+/) e coloque-os nas formas (que devem estar previamente untadas com margarina) com a parte cortada virada para cima. Com os polegares, comece a fazer pressão no centro da massa e espalhe-a até aos bordos de forma a que estes fiquem mais grossos, ficando a massa mais fininha no fundo, mas sem a romper (faça este processo molhando frequentemente os dedos em água fria, isto possibilitará uma melhor moldagem). Coloque as formas num tabuleiro de ir ao forno.




Montagem:
Coloque o creme que reservou nas formas (já com a massa) mas não as encha completamente (deixe 2-3 milímetros). Leve a forno pré-aquecido nos 250ºC até ganharem umas manchinhas escuras no creme e a massa estar tostadinha. Depois de cozidos, desenforme (não espere que arrefeça completamente senão será mais difícil de desenformar).
Sirva simples, ou polvilhe com açúcar em pó e/ou canela.



Argentino










Massa:
375g de farinha
50g de manteiga (derretida)
8g de fermento de padeiro fresco (ou 1 saqueta)
2 gemas
1dl de leite morno
1 pitada de sal
85g de açúcar
Calda de açúcar (1 colher de sopa de açúcar e 1dl de água morna)
Cerejas cristalizadas q.b.
 


Creme:
525ml de leite
90g de açúcar
30g de amido de milho
30g de farinha custard





Massa:
Peneire a farinha e coloque-a num recipiente largo, no centro desta faça uma cova e adicione as gemas, o sal, a manteiga derretida e arrefecida e o fermento de padeiro dissolvido num pouco de água morna. Misture estes ingredientes e comece a trabalhar a massa. Junte o açúcar ao leite morno e mexa bem para que se dissolva. Vá juntando, aos poucos, o leite à massa até que esta atinja uma consistência maleável e faça bolhas (caso seja necessário, acrescente um pouco mais de leite). Trabalhe a massa puxando-a para a frente e depois de novo para trás, para lhe dar elasticidade, fazendo este processo durante uns minutos. Coloque a massa num recipiente enfarinhado, cubra-o com película aderente, tape com um pano quente e ponha em local aquecido e sem correntes de ar, para levedar até dobrar de volume (cerca de 1 hora). 
Entretanto faça a calda de açúcar levando ao lume 1dl de água juntamente com 1 colher de sopa de açúcar, mexendo até que este último se dissolva. Deixe arrefecer.
Depois da massa ter levedado, sove-a para que o ar saia. Em seguida, coloque-a sobre uma bancada enfarinhada e estenda-a com o rolo da massa e formando um rectângulo de massa fina. Com uma régua escolar meça o rectângulo e divida-o em quadrados de 10cm por 10cm (ou 12 por 12). Pincele cada quadrado com  a calda de açúcar.
Forre dois tabuleiros com papel vegetal (previamente untado com margarina e polvilhado com farinha) e coloque os quadrados de massa  virados de forma a parecerem um losango e com a parte pincelada virada para cima. Coloque bastante creme (feito no momento) em todo o losango, excepto nas duas pontas laterais. Una estas duas pontas opostas fazendo com que se toquem ligeiramente no centro do bolinho.  Execute este processo até não ter mais massa e creme. 
Em seguida cubra os bolos com um pano e deixe levedar por mais 30 minutos.
Após este tempo, pincele toda a massa exposta, de cada um dos bolos, com a calda de açúcar e coloque uma cereja cristalizada no centro do bolo, no lugar exacto onde as duas pontas do losango se unem. Leve ao forno a 190ºC (marca 5 no fogão a gás) até que se encontrem bastante dourados (cerca de 30 a 40 minutos).


Creme:
Num tacho junte todos os ingredientes e, com uma vara de arames, mexa bem para que o amido de milho e a farinha custar se dissolvam completamente.Leve a lume brando até obter um creme espesso, mexendo constantemente. Use de imediato, não deixe arrefecer.





Caracol de Frutas












375g de farinha
50g de manteiga (derretida)
8g de fermento de padeiro fresco (ou 1 saqueta)
2 gemas
1dl de leite morno
1 pitada de sal
85g de açúcar
6 tiras de abóbora cristalizada (abóbora verde/vermelha/branca)
Outras frutas cristalizadas q.b.(cerejas e pêra)
Sultanas/passas q.b.

Manteiga q.b (para pincelar) 
Calda de açúcar (1 colher de sopa de açúcar e 1dl de água morna)
 
 
 

Peneire a farinha e coloque-a num recipiente largo, no centro desta faça uma cova e adicione as gemas, o sal, a manteiga derretida e arrefecida e o fermento de padeiro dissolvido num pouco de água morna. Misture estes ingredientes e comece a trabalhar a massa. Junte o açúcar ao leite morno e mexa bem para que se dissolva. Vá juntando, aos poucos, o leite à massa até que esta atinja uma consistência maleável e faça bolhas (caso seja necessário, acrescente um pouco mais de leite). Trabalhe a massa puxando-a para a frente e depois de novo para trás, para lhe dar elasticidade, fazendo este processo durante uns minutos. Coloque a massa num recipiente enfarinhado, cubra-o com película aderente, tape com um pano quente e ponha em local aquecido e sem correntes de ar, para levedar até dobrar de volume (cerca de 1 hora).
Corte as frutas cristalizadas em pedacinhos pequenos e misture-as num taça juntamente com as sultanas e um pouco de açúcar.
Depois da massa ter levedado, sove-a para que o ar saia. Em seguida, coloque-a sobre uma bancada enfarinhada e estenda a massa em forma de rectângulo, pincelando toda a sua superfície com manteiga derretida (fria). Sobre a massa distribua, uniformemente, a mistura de frutas cristalizadas e fruta seca, deixando-as bem espalhadas. Em seguida enrole a massa como se esta fosse uma torta, unindo-a bem nas pontas e usando um pouco de manteiga derretida para este efeito. Corte este rolo em fatias grossas e coloque-as num tabuleiro untado com manteiga, cobrindo-o, de seguida, com um pano quente e deixando levedar mais 30 minutos.
Pré-aqueça o forno a 190ºC (marca 5 no fogão a gás).
Passado o tempo de levedação faça uma calda usando 1 colher de sopa de açúcar e 1dl de água morna (misture bem para que o açúcar se dissolva) e pincele-a na superfície e laterais dos caracóis. Por último, leve os caracóis ao forno por 30 a 35 m. Quando estiverem dourados retire-os do forno e deixe arrefecer. 

Adaptado de: Pratos e Travessas


Nota: Rende cerca de 16 bolinhos.



Strudel de Maçã (Apfelstrudel)












O Strudel é um bolo feito com massa muito fina sobreposta por camadas e com recheio, na maioria das vezes, doce. Este tornou-se conhecido e ganhou popularidade no século XVIII através do Império Habsburgo (ou Casa d'Áustria - uma família nobre europeia que foi uma das mais importantes e influentes da história da Europa do século XIII ao século XX). Por isto, o strudel é mais frequentemente associado com a cozinha austríaca, mas também com toda a área anteriormente pertencente ao império Austro-Húngaro.  
A mais antiga receita de strudel (a Millirahmstrudel) é de 1696, uma receita manuscrita na Biblioteca Municipal vienense, Wiener Stadtbibliothek. A massa tem origem no Império Bizantino ou similares pastelarias do Médio Oriente (por ser semelhante à baklava turca).
Os tipos mais conhecidos de strudel é o Apfelstrudel (alemão para strudel de maçã), que é seguido por muitos outros tipos com recheios doces e salgados e que são oriundos de diferentes países. 
No entanto, o Strudel austríaco é diferente de todos os outros, que muitas vezes são feitos de massa folhada, enquanto que a massa deste é elástica e finíssima, tão fina que reza a lenda que o imperador austríaco era tão proteccionista com esta massa que decretou que teria de ser possível ler uma carta de amor através da mesma.









Strudel de Maçã Reineta e Passas:


3 folhas de massa filo
2 maçãs Reineta
3 colheres de sopa de açúcar amarelo
1 colher de chá de canela
1.5 colher de sopa de passas
2 colheres de sopa de manteiga derretida
sumo de limão q.b.
papel vegetal q.b.



Corte as 3 folhas de massa filo ao meio, certificando-se de que ficam do mesmo tamanho.
Descasque e corte as maçãs em laminas muito finas. Coloque sobre um tabuleiro e com uma faca afiada corte os lâminas de maçã em pedacinhos muito pequeninos. Coloque num recipiente e regue com sumo de limão. 
Misture-lhes as passas, o açúcar amarelo e a canela.
Ligue o forno a 180ºC.
Leve a manteiga ao microondas para derreter. Reserve.
Num tabuleiro forrado com papel vegetal e untado com um pouco de manteiga coloque a primeira folha de massa filo. Com um pincel espalhe um pouco de manteiga por toda a folha de massa, polvilhe com açúcar e canela e coloque outra folha de massa filo por cima. Proceda de igual modo até ter as folhas de massa sobrepostas. Pincele a última folha com manteiga e adicione a mistura de maçã e nozes. Enrole como se fosse uma torta, tendo o cuidado de colocar por baixo a abertura da massa e de fechar bem as pontas.
Pincele o strudel com mais um pouco de manteiga e leve ao forno já quente durante 20-30 minutos, aproximadamente.
Sirva morno ou frio.





Strudel de Maçã Royal Gala e Nozes:


3 folhas de massa filo
2 maçãs Royal Gala
3 colheres de sopa de açúcar amarelo
1 colher de chá de canela
2 colheres de sopa de nozes picadas (opcional)
2 colheres de sopa de manteiga derretida
sumo de limão q.b.
papel vegetal q.b.



Corte as 3 folhas de massa filo ao meio, certificando-se de que ficam do mesmo tamanho.
Descasque e corte as maçãs em laminas muito finas. Coloque sobre um tabuleiro e com uma faca afiada corte os lâminas de maçã em pedacinhos muito pequeninos. Coloque num recipiente e regue com sumo de limão.
Misture-lhes as nozes picadas, o açúcar amarelo e a canela.
Ligue o forno a 180ºC.
Leve a manteiga ao microondas para derreter. Reserve.
Num tabuleiro forrado com papel vegetal e untado com um pouco de manteiga coloque a primeira folha de massa filo. Com um pincel espalhe um pouco de manteiga por toda a folha de massa, polvilhe com açúcar e canela e coloque outra folha de massa filo por cima. Proceda de igual modo até ter as folhas de massa sobrepostas. Pincele a última folha com manteiga e adicione a mistura de maçã e passas. Enrole como se fosse uma torta, tendo o cuidado de colocar por baixo a abertura da massa e de fechar bem as pontas.
Pincele o strudel com mais um pouco de manteiga e leve ao forno já quente durante 20-30 minutos, aproximadamente.
Sirva morno ou frio.





Bolos de Arroz







200 g de margarina
250 g açúcar
4 ovos
175g de farinha de arroz
175g de farinha de trigo
1 colher de chá de fermento em pó
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
1/2 limão pequeno (sumo)
açúcar para polvilhar

 

Pré-aqueça o forno a 180ºC.
Unte formas com margarina e polvilhe com farinha.
Separe as gemas das claras, bantendo as últimas em castelo, reserve.
Bata bem a margarina com o açúcar. Adicione as gemas e envolva bem.
Adicione, alternadamente com as claras em castelo, a mistura das farinhas com o fermento e o bicarbonato de sódio, envolva tudo muito bem.
Por fim junte o sumo de limão. Se a massa apresentar grumos da margarina leve-a à batedeira por uns minutos.
Encha as formas com massa até 2/3 da altura, alise a sua superfície com uma colher e polvilhe com um pouco  açúcar. 
Leve ao forno até estarem dourados e cozidos (deve fazer o teste do palito no centro dos bolos).



Guardanapos e Tortinhas




Massa:
6 ovos
200 g de açúcar
160 g de farinha
2 colher de sobremesa de fermento

Creme Pasteleiro: 
1/2 litro de leite
2 ovos
60g de açúcar
1 colher de sopa açúcar baunilhado
30-35g de farinha (ou amido de milho)




Massa:
Bata os ovos com o açúcar até obter um creme claro e espumoso.
Acrescente a farinha e o fermento e misture bem.
Forre dois tabuleiros (divida a massa pelos dois ou faça duas vezes metade da receita) de 30x24cm com papel vegetal untado com margarina e disponha a massa sobre ele, alisando-a para formar uma camada fina.
Leve a cozer, na grelha central do forno, durante 8-12 minutos, aproximadamente, a 150ºC, cada tabuleiro.
Depois de cozido retire do forno e desenforme sobre um pano de cozinha polvilhado com açúcar, retire o papel vegetal com muito cuidado.

 
Agora há duas formas de fazer os guardanapos e as tortinhas, escolha a que lhe der mais jeito:
- Barre a massa com o creme de pasteleiro, pouco, e alise-o bem com uma faca ou espátula. Em seguida corte a massa em quadrados iguais e perfeitos (atenção que se não ficarem mesmo quadrados os guardanapos não ficam iguais aos de compra). Para fazer os guardanapos dobre o quadrado de massa formando um triângulo. Para fazer as tortinhas basta enrolar o quadrado de massa. Polvilhe com açúcar.
- Corte a massa em quadrados iguais e perfeitos (atenção que se não ficarem mesmo quadrados os guardanapos não ficam iguais aos de compra). Barre a massa com o creme de pasteleiro, pouco, e alise-o bem com uma faca ou espátula. Para fazer os guardanapos dobre o quadrado de massa formando um triângulo. Para fazer as tortinhas basta enrolar o quadrado de massa. Polvilhe com açúcar.


(eu segui as instruções da primeira opção e ficaram muito perfeitinhos)


Creme Pasteleiro: 
Aqueça o leite com o açúcar baunilhado (reserve um pouquinho de leite). 
Bata os ovos com o açúcar até ficar uma mistura fofa e esbranquiçada. Junte a farinha, em chuva, e o leite que reservou, mexa bem. Acrescente o leite quente sem parar de bater. 
Leve este preparo ao lume até engrossar, sem parar de mexer. Quando obter um creme grosso e homogéneo retire do lume e bata um pouco com a batedeira eléctrica para ficar um creme mais leve e fofo. Coloque num recipiente tapado com película aderente em contacto com o creme, isto é, mesmo pousado em cima do creme para não ganhar aquela camada superficial grossa. Deixar arrefecer. 

Bolas de Berlim



A Bola de Berlim é um bolo tradicional semelhante à Berliner alemã. Ao contrário desta, normalmente recheada com doces vermelhos (morango, framboesa, etc.), é recheada com um doce amarelo chamado creme pasteleiro. Há duas versões da Bola de Berlim; a portuguesa que leva o creme pasteleiro e a brasileira que é recheada com goiabada.
As que apresento aqui são do tipo português e são uma delícia, exactamente iguais às de compra. 
A receita é do Pasteleiro Pierre Hermé.



Massa mãe:
5 g de levedura fresca
180 ml de água mineral a 20ºC
165 g de farinha forte (para pão, tipo 65)
110 g de farinha fraca (a de trigo corrente)

Para a Massa:
150 g de farinha forte
100 g de farinha fraca
11 g de flor de sal
65 g de açúcar fino
5 gemas
60 g de levedura fresca
60 ml de leite gordo
65 g de manteiga em quadradinhos
2 panos de cozinha e farinha para polvilhar
Açúcar em pó, ou fino para polvilhar no final

Creme pasteleiro:
300 ml de nata
600 ml de leite
200 g de açúcar
80 g de maizena
3 gemas
Raspa de limão, laranja, pau de canela, baunilha

Para fritar:
1 l de óleo de sementes de uva ou margarina


Preparar a massa mãe:
Desfazer a levedura numa taça, juntar a água e mexer até que se dissolva.
Pôr uma peneira sobre a taça e juntar a farinha. Misturar até obter uma massa homogénea e líquida.
Cobrir com um pano ou película aderente e deixar levedar cerca de 1 h e meia / 2 horas.
(a massa está pronta quando se formem pequenas bolhas à superfície).

Preparar a massa:
Pôr a massa mãe na batedeira (com o gancho de amassar).
Incorporar as farinhas peneiradas, a flor de sal, o açúcar, as gemas e a levedura dissolvida no leite.
Amassar em velocidade média por 20 minutos. (A massa deve desprender-se das paredes do recipiente). Pode amassar à mão se preferir, que não levará mais de 20 minutos.
Incorporar a manteiga aos poucos, enquanto continua a bater até que a massa esteja homogénea.
Passar a massa para uma taça coberta com película aderente ou um pano e deixar que duplique de volume.
Pressionar a massa fermentada para que recupere o seu volume inicial.
Dividir a massa em 25 bolas redondas e dispor sobre um pano enfarinhado com 5 cm entre si. Cobrir com outro pano e deixar que dupliquem de volume. (Estas várias fases de fermentação são muito importantes para que as bolas de berlim fiquem fofinhas, portanto não salte nenhum deles).
Aquecer o óleo a 160ºC* ( se não tiver termómetro, basta que não deixe o óleo aqueça muito) e fritar as bolas 10 a 12 minutos, virando a meio da cozedura.
Escorrer bem sobre um papel absorvente ou pano à medida que se vão fritando. 
Abrir as bolas e rechear ou encher um saco pasteleiro de creme com um bico médio e fazer um pequeno orifício no centro da bola, para introduzir o recheio. Polvilhar com açúcar fino ou açúcar misturado com canela ou, ainda, açúcar em pó.

Preparar o creme pasteleiro: 
Numa taça misturar as gemas, o açúcar, a maizena e uma parte do leite (o suficiente para que tudo se dissolva). Aquecer o leite e a nata com os aromatizantes.
Deitar o leite e a nata quentes sobre a mistura de gemas, mexendo sempre.
Coar. Levar de novo ao lume, mexendo sempre, até que engrosse e sem que ferva. Arrefecer mexendo constantemente, tapar com película aderente sem que haja ar entre este e o creme.
Refrigerar até usar.
Para o creme ficar brilhante, leve e fofo basta que o passem pela batedeira antes usar.




Nota: Rende 25 bolas.
Fonte: Pasteleiro Pierre Hermé 


 

Arrufadas/Pães de Deus









Massa:
250 ml de leite morno
4 ovos
200 g de margarina derretida
150 g de açúcar
500 g de farinha 
20 g de fermento biológico


Creme de côco:
1 ovo + 1 gema 
140 g de açúcar
150 g de côco ralado


Amorne o leite e junte-lhe o fermento e aguarde até que este último se desfaça. Num recipiente largo junte todos os outros ingredientes para a massa, junte o leite com o fermento e mexa com uma vara de arames. Vá juntando mais farinha até que a massa se torne mais seca, mas não demasiado e amasse bem entre cada adição. Em seguida  forme uma bola com a massa, tape-a com um pano e deixe-a levedar durante meia hora. No fim deste tempo passe as mãos por farinha e molde 16 bolinhas com o mesmo tamanho e em cada uma delas faça um orifício no meio, mas sem romper a massa. Reserve.
Num recipiente coloque os ingredientes do creme de coco e mexa bem com a ajuda de uma vara de arames. Com este último preparado e com o auxilio de uma colher, encha os orifícios que fez nas bolinhas de massa até gastar todo o creme. Num tabuleiro forrado com papel vegetal (ou untado com margarina e polvilhado com farinha) coloque as bolinhas com um intervalo grande entre elas, pois ainda crescerão bastante. Leve ao forno a 200ºC por, aproximadamente, 40-50 minutos, ou até que fiquem lourinhas.




Nota: Rende 16 arrufadas/pães de deus.