Bolachas de São Valentim
















225 g de farinha
60 g de chocolate negro
1 ovo
120 g de açúcar
110 g de manteiga, fria e cortada em cubos
1/2 colher de chá de fermento em pó
1/2 colher de chá de essência de baunilha

Cobertura:
150 g de chocolate negro
Açúcar granulado q.b.
Granulados coloridos q.b.



Derreta o chocolate em banho maria ou no microondas. reserve.
Junte a farinha e o fermento peneirados, o açúcar, o sal, a baunilha e a manteiga e misture tudo com a ponta dos dedos, até ficar em areia.
Junte depois o ovo e o chocolate derretido e amasse bem até obter uma espécie de creme espesso e homogéneo.
Faça uma bola com a massa, coloque-a sobre um pedaço de película aderente, achate a massa formando um circulo e cubra todo ele com película. Leve ao frigorifico durante 30-45 minutos para que a massa endureça e seja mais fácil de a trabalhar.
Pré-aqueça o forno a 190º, marca 5 do fogão a gás.
Estenda a massa (não muito fina) numa superfície enfarinhada e com um cortador bolachas com forma de coração, vá cortando as bolachas, unindo os restos de massa e voltando a estenter até ter usado toda a massa.
Coloque as bolachas num tabuleiro forrado com papel vegetal previamente untado com margarina. 
Leve ao forno pré-aquecido na prateleira de cima (logo a seguir à do meio). Deixe cozer 10-12 minutos apenas. As bolachas devem estar moles ao toque quando saírem do forno mas depois de arrefecerem endurecem.
Entretanto, derreta o chocolate para a cobertura em banho-maria ou no microondas.
Deixe as bolachas arrefecerem e, com a ajuda de uma colher de chá ou faca de manteiga, cubra-as com o chocolate derretido, alisando-as o melhor que puder. 
Se quiser decorar as bolachas pode polvilha-las com açúcar ou granulados coloridos enquanto o chocolate ainda estiver mole.


Nota:
A receita rende cerca de 30 bolachas mas o rendimento desta dependerá do tamanho dos cortadores que usar.



Para acompanhar esta sobremesa, recomendo:



Porto Collector Reserva
Ramos Pinto

Mistura de castas provenientes de vinhas velhas tradicionais portuguesas.  De vários lotes jovens é criado um bouquet de cinco anos.

Notas de prova:
A borda vermelha pálida à volta do copo é o único sinal visível de maturidade. A área intermédia que, inicialmente, é opaca, evolui para um vermelho escuro translúcido. Por fim, na base do copo, a cor é de um vermelho intenso.
A sua tipicidade aromática é caracterizada pela semelhança com o vintage, devido ao seu potente fruto dominante e denso, denunciando uma profunda maturação de frutos, tais como a ameixa seca, figo, amora, framboesa e cereja.
O ataque é suave, notando-se uma sensação glicorosa equilibrada e cheia na boca. A sua maturidade de frutos revela-se-nos de uma forma saborosa, exaltando os aromas rectro-nasais mais voláteis e evoluídos. A persistência é notável.



Aqui está o produto fantástico que usei para acompanhar esta sobremesa.

O meu muito obrigada à Ramos Pinto pela simpatia e pelos produtos, de grande qualidade, que me enviaram.